ANGÚSTIAS DA ALMA.
Sou apenas um poeta, um esquecido catador de palavras jogadas pela janela, eu sou um vago pensamento em seu coração, um fiapo de lembrança no canto da memória.
Já não existe sonho dentro de mim, a esperança não voltou, e a minha alma ainda flutua na dor, flutua nas águas da incerteza, enquanto a sua doce presença fica cada vez mais distante.
Teu olhar está cada vez mais ausente, muito mais do que antes, já não consigo ver o brilho nos teus olhos, teus belos olhos distantes dos meus.
Talvez isso anjo ledo, seja o inicio de um adeus, seja o prenuncio do fim, ou talvez um até logo cheio de previas. A única certeza que tenho, é que o teu meigo olhar está triste e distante dos meus.
O teu silêncio machuca lá dentro da minha alma, dilacera o coração, o teu silêncio mata em silêncio. Apenas derramo minhas lágrimas, apenas isso e nada mais.
Enquanto o mundo dorme,
transformo dor em palavras,
e medos em versos insanos,
Sendo assim vou tentar esquecer o anjo ledo do céu, vou tentar riscar do meu peito todo vestígio de sentimento, vou apagar tudo, tudo mesmo; até que não reste mais nada dentro deste coração de papel.
Como disse certo poeta:
" Volto a face e tremo,
vendo teu vulto desaparecer,
na extrema curva do caminho extremo. "
Outro poeta pediu que escrevessem em sua lápide a seguinte frase:
" Viveu amou e foi poeta. "
Adeus anjo ledo do céu.
apenas isso e nada mais.
Prosa Poética.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Densas trevas.
DENSAS TREVAS.
Hoje não é um daqueles dias alegres, definitivamente
não é um daqueles dias em que a felicidade está transbordando pelos cantos dos
lábios, definitivamente não é.
Hoje é um daqueles dias horrendos, dias de densas
trevas e céu fechado, dia de tempestade, dia em que o silêncio dói mais que uma
faca cravada no peito.
Hoje o dia não amanheceu, está escuro lá fora, está
escuro aqui dentro também, tem uma tempestade lá fora e outra maior ainda aqui
dentro, grande nuvens cobrindo tudo.
A gaiola da alma está destrancada, e o pássaro da
vida de asas compridas querendo voar, essa é a única liberdade que não deve ser
respeitada, que deve ser impedida.
Dias tristes não deveriam de existir, mas enfim,
eles existem, não há como evita-los.
Hoje eu não chorei, pelo simples motivo de não ter
mais lágrimas nos olhos, hoje eu também não gritei, pelo simples fato de ter
perdido a voz, o monstro do medo que dorme dentro de mim acordou agora.
Hoje vejo as coisas como um cego às vê, meus olhos
desistiram de enxergar, meus lábios se negam a sorrir, meu coração não quer
mais acreditar em nada e minha alma se escondeu de mim.
Talvez eu seja fraco sim,
Inútil sim,
Inconsequente sim,
Medroso também.
Talvez eu seja um simples ser humano de verdade, em
toda a sua essência verdadeira, na deficiência de querer viver, apenas
perdoe-me, só isso e nada mais.
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Lágrimas de Solidão.
LÁGRIMAS DE SOLIDÃO.
Nos teus negros olhos eu descobri uma razão para viver, eu descobri o amor; nos teus negros olhos, descobri o meu começo meio e fim, descobri a tempestade e a dor, a saudade e o pavor, tudo no intenso brilho dos teus olhos.
O teu olhar mesmo estando distante do meu, desperta no mais profundo deste perdido coração, os extintos mais selvagens, que a tudo inflama, por dentro e por fora, tudo devido ao teu gracioso e ardente olhar.
Por você e por esse amor grandioso, por esse amor majestoso, por esse amor desmedido, eu tudo faria; repetidas vezes todos os dias, tudo por você, e por esse amor.
Eu quero ser para você,
versos insanos de amor,
E a realização de teus sonhos secretos.
Como eu gostaria de te dar todo o meu amor, meu desesperado amor, todos os dias da minha vida, a conta gotas eu daria esse amor, ou se preferir, posso fazer dele uma cachoeira de amor, inundando de prazer sua alma e coração.
Você é a dona deste meu seio aedo, algumas vezes como doce amiga, já em outras, a minha mais deliciosa perdição, você anjo ledo; com as tuas longas asas de amor, me eleva até aos altos céu e nas nuvens mais distantes.
Esse amor garimpa do âmago da minha alma as lágrimas mais doloridas, as lágrimas mais sentidas, o choro mais triste, e uma unica certeza; a de saber que nunca a terei, que nunca os meus lábios pousará nos teus, que nunca serei o seu amor.
Tudo agora é silencio, e sem explicação, a beira desse precipício derramo minhas lágrimas de solidão.
Nos teus negros olhos eu descobri uma razão para viver, eu descobri o amor; nos teus negros olhos, descobri o meu começo meio e fim, descobri a tempestade e a dor, a saudade e o pavor, tudo no intenso brilho dos teus olhos.
O teu olhar mesmo estando distante do meu, desperta no mais profundo deste perdido coração, os extintos mais selvagens, que a tudo inflama, por dentro e por fora, tudo devido ao teu gracioso e ardente olhar.
Por você e por esse amor grandioso, por esse amor majestoso, por esse amor desmedido, eu tudo faria; repetidas vezes todos os dias, tudo por você, e por esse amor.
Eu quero ser para você,
versos insanos de amor,
E a realização de teus sonhos secretos.
Como eu gostaria de te dar todo o meu amor, meu desesperado amor, todos os dias da minha vida, a conta gotas eu daria esse amor, ou se preferir, posso fazer dele uma cachoeira de amor, inundando de prazer sua alma e coração.
Você é a dona deste meu seio aedo, algumas vezes como doce amiga, já em outras, a minha mais deliciosa perdição, você anjo ledo; com as tuas longas asas de amor, me eleva até aos altos céu e nas nuvens mais distantes.
Esse amor garimpa do âmago da minha alma as lágrimas mais doloridas, as lágrimas mais sentidas, o choro mais triste, e uma unica certeza; a de saber que nunca a terei, que nunca os meus lábios pousará nos teus, que nunca serei o seu amor.
Tudo agora é silencio, e sem explicação, a beira desse precipício derramo minhas lágrimas de solidão.
terça-feira, 30 de junho de 2015
No mar da vida.
NO MAR DA VIDA.
Sou um barco sem destino no mar desta vida, levado pelas mares ao sabor dos ventos, sou um barco errante, testemunha silenciosa de longas datas.
Procurei nos sete mares um amor que seja igual ao teu, beleza que seja semelhante a tua; nada encontrei, apenas a solidão estava lá, nua e de braços abertos a cada novo lugar que eu chegava.
Procurei entre as estrelas do céu uma que brilhasse como você, que tivesse uma fagulha apenas do teu olhar, procurei incansavelmente pela extensão do universo, e encontrei apenas a solidão, nua crua e silenciosa, de braços abertos me esperando.
Procurei entre os viventes desta terra, procurei por alguém que tivesse uma pontinha da sua majestade, rodei pelas cidades dias e dias, horas e horas inteiras; nada encontrei, apenas a solidão estava lá, nua crua e silenciosa.
Por isso que sou um barco sem destino, vagando incerto no mar da vida, procurando com desespero por você, em todos os lugares, seja eles possíveis ou impossíveis, mas o que eu sempre encontro é a solidão, nua crua e silenciosa.
Companheira solidão,
desatina o coração,
golpeando sem perdão,
minha denuda razão.
Por último perguntei as estrelas da noite, se acaso tinham visto você; mas nada disseram. Perguntei ao astro do dia que a todos ilumina, se acaso tinha visto você; mas nada me disse.
A angustia tomou conta de mim, sem ter você caminho a esmo pelas estradas desta vida cruel, sou mesmo um barco sem destino, jogado no mar desta vida, um barco sem leme em um mar sem cais, apenas navego sem nunca ter certeza de que vou chegar.
Sou um barco sem destino no mar desta vida, levado pelas mares ao sabor dos ventos, sou um barco errante, testemunha silenciosa de longas datas.
Procurei nos sete mares um amor que seja igual ao teu, beleza que seja semelhante a tua; nada encontrei, apenas a solidão estava lá, nua e de braços abertos a cada novo lugar que eu chegava.
Procurei entre as estrelas do céu uma que brilhasse como você, que tivesse uma fagulha apenas do teu olhar, procurei incansavelmente pela extensão do universo, e encontrei apenas a solidão, nua crua e silenciosa, de braços abertos me esperando.
Procurei entre os viventes desta terra, procurei por alguém que tivesse uma pontinha da sua majestade, rodei pelas cidades dias e dias, horas e horas inteiras; nada encontrei, apenas a solidão estava lá, nua crua e silenciosa.
Por isso que sou um barco sem destino, vagando incerto no mar da vida, procurando com desespero por você, em todos os lugares, seja eles possíveis ou impossíveis, mas o que eu sempre encontro é a solidão, nua crua e silenciosa.
Companheira solidão,
desatina o coração,
golpeando sem perdão,
minha denuda razão.
Por último perguntei as estrelas da noite, se acaso tinham visto você; mas nada disseram. Perguntei ao astro do dia que a todos ilumina, se acaso tinha visto você; mas nada me disse.
A angustia tomou conta de mim, sem ter você caminho a esmo pelas estradas desta vida cruel, sou mesmo um barco sem destino, jogado no mar desta vida, um barco sem leme em um mar sem cais, apenas navego sem nunca ter certeza de que vou chegar.
sábado, 27 de junho de 2015
O espião do templo.
ESPIÃO DO TEMPLO.
Você estava entre as colunas de mármore do templo de Afrodite na primeira vez que a vi, magnifica como um anjo ledo, vestida de beleza e banhada pela luz do sol.
Tuas vestes de linho fino, longas lividas e transparentes, permitia a luz do sol delineasse as curvas de seu majestoso corpo de inegável perfeição. Quase enlouqueci ao vê-la ali próximo da fonte. Naquele instante meu coração foi tomado pelas chamas do amor, chamas que ardiam no mais profundo da minha alma, chamas de um descomunal amor de primavera.
Naquele instante uma lágrima solitária nasceu de meus olhos, e o meu coração começou a bater completamente descompassado, com as mãos em meu rosto, pasmo eu não acreditava que diante de mim estava a face do amor.
Minha vida mudou depois daquele instante, nunca mais seria a mesma, passei a frequentar o templo de Afrodite regularmente, na expectativa de vê-la novamente.
Dias depois lá estava você, próximo a fonte do amor, sua face emanava formosura, suas vestes eram mais alvas que a neve; e em seus negros cabelos havia uma tiara de flores do campo, definitivamente na terra não há nada mais belo que este anjo ledo.
Eu me escondi atrás das colunas de mármore, fique observando a minha deusa da beleza, talvez seja ela a própria Afrodite personificada, meu coração estava rendido ao seu amor, rendido a perfeição daquele corpo, anjo ledo sem asas que arrebatou a minha alma e aprisionou meu coração.
Os seus negros olhos é como chamas a infiltrar dentro de mim, inescapável sentimento dominador.
Eu não sei o nome desta ninfa, quero apenas chama-la de anjo ledo, por ser a mais bonita forma feminina que os meus olhos já viram, ela sempre está no templo de Afrodite, quando não está na fonte do amor, está no jardim primavera, brincando entre as flores e lhes causando inveja com sua beleza e perfume.
Sou um observador de sua majestade augusta, um espião do templo, um poeta sem nome perdidamente apaixonado, trago comigo um amor sem igual, e nas minhas palavras o hidromel dos deuses, embebidas do mais puro amor.
Flor do amor,
de olhar tentador,
roubastes meu coração,
deixando-me em aflição,
sei que vou te amar,
com toda minha força te amar,
por toda minha vida te amar.
Você estava entre as colunas de mármore do templo de Afrodite na primeira vez que a vi, magnifica como um anjo ledo, vestida de beleza e banhada pela luz do sol.
Tuas vestes de linho fino, longas lividas e transparentes, permitia a luz do sol delineasse as curvas de seu majestoso corpo de inegável perfeição. Quase enlouqueci ao vê-la ali próximo da fonte. Naquele instante meu coração foi tomado pelas chamas do amor, chamas que ardiam no mais profundo da minha alma, chamas de um descomunal amor de primavera.
Naquele instante uma lágrima solitária nasceu de meus olhos, e o meu coração começou a bater completamente descompassado, com as mãos em meu rosto, pasmo eu não acreditava que diante de mim estava a face do amor.
Minha vida mudou depois daquele instante, nunca mais seria a mesma, passei a frequentar o templo de Afrodite regularmente, na expectativa de vê-la novamente.
Dias depois lá estava você, próximo a fonte do amor, sua face emanava formosura, suas vestes eram mais alvas que a neve; e em seus negros cabelos havia uma tiara de flores do campo, definitivamente na terra não há nada mais belo que este anjo ledo.
Eu me escondi atrás das colunas de mármore, fique observando a minha deusa da beleza, talvez seja ela a própria Afrodite personificada, meu coração estava rendido ao seu amor, rendido a perfeição daquele corpo, anjo ledo sem asas que arrebatou a minha alma e aprisionou meu coração.
Os seus negros olhos é como chamas a infiltrar dentro de mim, inescapável sentimento dominador.
Eu não sei o nome desta ninfa, quero apenas chama-la de anjo ledo, por ser a mais bonita forma feminina que os meus olhos já viram, ela sempre está no templo de Afrodite, quando não está na fonte do amor, está no jardim primavera, brincando entre as flores e lhes causando inveja com sua beleza e perfume.
Sou um observador de sua majestade augusta, um espião do templo, um poeta sem nome perdidamente apaixonado, trago comigo um amor sem igual, e nas minhas palavras o hidromel dos deuses, embebidas do mais puro amor.
Flor do amor,
de olhar tentador,
roubastes meu coração,
deixando-me em aflição,
sei que vou te amar,
com toda minha força te amar,
por toda minha vida te amar.
quarta-feira, 17 de junho de 2015
Universo paralelo.
UNIVERSO PARALELO.
Talvez exista um possível universo paralelo onde você me ame com todas as forças do seu coração, onde o seu desejo é me ter ao seu lado, onde as regras e os dogmas que regem o nosso mundo não tenham importância.
Talvez exista neste universo paralelo, a possibilidade de um amor correspondido, um amor que me queira por completo, sem reservas e sem medos.
Sonho de olhos abertos com esse universo paralelo, quem sabe eu e você já exita nele, talvez eu e você sejamos cúmplices de um grande amor nesse possível mundo imaginário de possibilidades infinitamente perfeitas.
Neste nosso mundo de imperfeições, de regras falidas e mentiras disfarçadas de verdades, neste mundo tenho apenas o meu pensamento solitário.
Já no possível universo paralelo, tudo é permitido, tudo é possível, o que neste mundo seria um ultraje, uma loucura completa, no universo paralelo de meus sonhos não é.
Lá eu sou livre para dizer o que vem ao coração, sem medo de ser ridicularizado, lá as nossas noites de amor são longas, e os dias de angustias não existem, lá amar é livre e não carrega a tarja da culpa.
Neste universo paralelo não existe tristeza no sorriso, e nem dor no olhar, tão pouco culpa que pese na consciência, lá somos livres para amar livremente, e ter a certeza de ser amado na mesma proporção que se ama.
Tudo é permitido no meu universo paralelo, lá você é minha, anjo ledo, lá não há limites para o nosso grande amor.
Talvez exista um possível universo paralelo onde você me ame com todas as forças do seu coração, onde o seu desejo é me ter ao seu lado, onde as regras e os dogmas que regem o nosso mundo não tenham importância.
Talvez exista neste universo paralelo, a possibilidade de um amor correspondido, um amor que me queira por completo, sem reservas e sem medos.
Sonho de olhos abertos com esse universo paralelo, quem sabe eu e você já exita nele, talvez eu e você sejamos cúmplices de um grande amor nesse possível mundo imaginário de possibilidades infinitamente perfeitas.
Neste nosso mundo de imperfeições, de regras falidas e mentiras disfarçadas de verdades, neste mundo tenho apenas o meu pensamento solitário.
Já no possível universo paralelo, tudo é permitido, tudo é possível, o que neste mundo seria um ultraje, uma loucura completa, no universo paralelo de meus sonhos não é.
Lá eu sou livre para dizer o que vem ao coração, sem medo de ser ridicularizado, lá as nossas noites de amor são longas, e os dias de angustias não existem, lá amar é livre e não carrega a tarja da culpa.
Neste universo paralelo não existe tristeza no sorriso, e nem dor no olhar, tão pouco culpa que pese na consciência, lá somos livres para amar livremente, e ter a certeza de ser amado na mesma proporção que se ama.
Tudo é permitido no meu universo paralelo, lá você é minha, anjo ledo, lá não há limites para o nosso grande amor.
domingo, 14 de junho de 2015
Recaídas.
RECAÍDAS.
A recaída é
muito difícil de ser vencida, a constante lembrança que fica martelando dentro
da alma, atormentando o coração, sem dizer no desejar; descontrolado e impaciente
desejar, pensamentos desmedidos cheios de imaginações vãs, onde mil situações de
amor são possíveis de acontecer, mesmo que seja somente no imaginário humano.
A recaída fere
no mais profundo da alma, dilacera o coração, e o peito desventurado e
inquieto, busca no vazio infinito a profundidade de um olhar.
Ainda
existe o desejo mesmo sem querer desejar, ainda existe o sonho mesmo sem querer
sonhar, somos marinheiros solitários no oceano dos sentimentos lúdicos, navegando
no poder da imaginação, levados por uma força estranha, um querer sem
compreensão, desentendido e sem limites.
A recaída leva
ao desequilíbrio; o desequilíbrio entre a emoção e a razão, entre o querer e o
desistir, a vida tem necessidade desse equilíbrio, o universo como um todo
mesmo em constante mudança, tem necessidade desse equilíbrio perfeito existente
em toda a natureza.
A vida
gira sem parar em uma sincronia de perfeição e equilíbrio, a recaída do homem
causa o desequilíbrio de seu próprio universo interno, alma e coração ficam fora
de sintonia, à consequência é que tudo que o cerca padece com sua recaída e seu
desequilíbrio.
Somos a própria inconstância,
Somos o próprio desequilíbrio,
Somos o medo,
Somos o nada querendo tudo,
Somos a imperfeição,
Somos a nossa própria ilusão,
Mas na verdade,
Somos apenas um sopro.
Enquanto a
nave do planeta gira em busca do amanhã, tentando equilibrar-se, somos o contra
peso desta terra, a impressão negativa da matéria, um amontoado de nada,
contaminadores deste mundo, cheios de recaídas e recomeços.
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